CIÊNCIA COM NOME DE MULHER
Hoje é dia
Maria Sklodowska CURIE nasceu em 7 de novembro de 1867, em Varsóvia, na Polônia do ainda do Império Russo. Era a quinta e mais nova dentre os filhos dos conhecidos professores Bronislawa e Wladyslaw Sklodowski Curie. Tornou-se uma cientista e física polonesa, naturalizada francesa, que conduziu pesquisas pioneiras em todo o mundo no ramo da radioatividade. Foi a primeira mulher a ser laureada com um Prêmio Nobel e a primeira pessoa e única mulher a ganhar o prêmio duas vezes.
As conquistas de MARIE CURIE incluem a teoria da radioatividade (termo que ela mesma cunhou), técnicas para isolar isótopos radioativos e a descoberta de dois elementos, o Polônio e o Rádio.
A TEORIA DA RADIOATIVIDADE
A história de Marie CURRIE com a radioatividade começa no final do século XIX, quando, em 1895, o físico alemão ROENTGEN descobriu um tipo de radiação que atravessava corpos opacos, apesar de serem absorvidos em parte por eles. Esses raios tinham a propriedade de impressionar placas fotográficas e, como eram de natureza desconhecida, foram denominados de Radiação X ou Raios X.
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Um ano mais tarde, em 1896, Henri BECQUEREL, um físico francês, descobriu que sais de urânio são capazes de manchar placas fotossensíveis, descobrindo, assim, os "raios urânicos". |
Foram eles que propuseram o termo "radioatividade". Também descobriram e batizaram dois novos elementos radioativos: Polônio e Rádio.
O PRÊMIO NOBEL
Apesar da cidadania francesa, MARIE CURIE nunca deixou sua identidade polonesa de lado. Ensinou suas duas filhas a falar polonês e as levou em viagens para a Polônia. Nomeou o primeiro elemento químico que descobriu de "polônio", em homenagem ao seu país de origem.
MARIE CURIE morreu aos 66 anos, em 1934, em um sanatório em Sancellemoz, na França, por conta de uma leucemia causada pela exposição a radiação ao carregar testes de rádio em seus bolsos durante a pesquisa e ao longo de seu serviço na 1ª Guerra, quando montou unidades móveis de Raios X.


